Mais do que vários elefantes
Quando pensava que ficaria bem nesse ramo informal, como um bom freelancer, acabei com o olho furado e o tapete puxado.
O dinheiro incerto que te conquista uma primeira vez pelo maior lucro obtido com o trabalho mais fácil, onde você é o responsável pelo horário de expediente e está nem aí com as roupas apresentáveis porque em casa uma bermuda de praia já ta de bom tamanho, pode te pregar algumas peças que não estavam no plano.
Agora você não é mais aquele funcionário contratado de carteira assinada, que chovendo ou fazendo sol o salário iria estar ali na sua mão, proporcionando-te a cumprir os seus deveres, as contas pagas e ambição de planos futuros.
Você é o empregado. Tem direitos, FGTS, ferias, décimo terceiro, seguro desemprego, etc... Aí a história é outra.
Intimidade é xixi, cocô de porta aberta, dedo na meleca do nariz e palavrões constantes. É normal, todo mundo convive com gente e sabe do que to dizendo. Acontece, não temos como evitar.
Falo isso agora porque se puderem ficar longe da informalidade, faça! Evite-a! Por mais íntimo que ela se torne.
Depender do trabalho de outros profissionais para você ter trabalho e ganhar o seu dinheiro é foda.
Logo agora que a grama do meu quintal tava ficando verde igual ao do vizinho, a minha pipoca de queijo é a que mais fede no prédio.
Culpa da informalidade e da constante troca de almoço pela janta e vice-versa.
Perguntas:
1) Fazer o que, né?
2) Alguém pode ajudar indicando-me para um emprego?


