Se fosse uma avestruz... enfiava a cabeça num buraco
Não sei explicar a cara com que ficamos na hora que ela chegou. Mas quem já passou por isso sabe como é a cara. Uma cara meio que de vergonha, misturada com sem graça, com metade de nervosismo. Mas bem menos que a dela...
Os envolvidos:
Ele. O filho. É um estudante que mora só numa cidade diferente que os pais.
Os pais, são os pais. Os quais sustentam esse filho numa outra cidade e visitam esse filho de vez em quando, como nessa situação.
Ela. A dona da cara de vergonha/sem graça/nervosa/sem saber onde pisar... A namorada que vai ser apresentada aos pais de namorado que mora sozinho.
Aí vocês já viram tudo, né? Se essa é uma situação constrangedora/embaraçosa por si só, imagem a cena no aniversário dele, onde , antes da chegada já se faziam presentes amigos e parentes que sabiam dessa apresentação ainda inédita. Piadinhas pra cá, tios bêbados já falando em casamento, etc... e nada da noiva chegar.
- Elas sempre atrasam (O tiozão afirma).
O interfone tocou novamente... foi atender e agora era o seu amor!
Silêncio no salão.
Os convidados trocam olhares entre si, com sorrinhos e a cara que não sei explicar e alternam goles de cerveja na tentativa de mostrar que tá tudo natural como se nada tivesse acontecendo no recinto.
Passado os sorrisos amarelos, formalidade além da conta para mostrar educação e ser aprovada pela família. E a primeira batalha foi vencida, entre mortos e feridos salvaram-se todos.
Mas...
Agora imaginem aí os tios bêbados na hora de cantar os parabéns).Verdadeiros Homens-Bombas, deixaram até os civís não envolvidos na história sem graça)
Um "Com quem será" foi pouco...
Os envolvidos:
Ele. O filho. É um estudante que mora só numa cidade diferente que os pais.
Os pais, são os pais. Os quais sustentam esse filho numa outra cidade e visitam esse filho de vez em quando, como nessa situação.
Ela. A dona da cara de vergonha/sem graça/nervosa/sem saber onde pisar... A namorada que vai ser apresentada aos pais de namorado que mora sozinho.
Aí vocês já viram tudo, né? Se essa é uma situação constrangedora/embaraçosa por si só, imagem a cena no aniversário dele, onde , antes da chegada já se faziam presentes amigos e parentes que sabiam dessa apresentação ainda inédita. Piadinhas pra cá, tios bêbados já falando em casamento, etc... e nada da noiva chegar.
- Elas sempre atrasam (O tiozão afirma).
O interfone tocou novamente... foi atender e agora era o seu amor!
Silêncio no salão.
Os convidados trocam olhares entre si, com sorrinhos e a cara que não sei explicar e alternam goles de cerveja na tentativa de mostrar que tá tudo natural como se nada tivesse acontecendo no recinto.
Passado os sorrisos amarelos, formalidade além da conta para mostrar educação e ser aprovada pela família. E a primeira batalha foi vencida, entre mortos e feridos salvaram-se todos.
Mas...
Agora imaginem aí os tios bêbados na hora de cantar os parabéns).Verdadeiros Homens-Bombas, deixaram até os civís não envolvidos na história sem graça)
Um "Com quem será" foi pouco...
Marcadores: Deu mole pra Kojac


3 Comentários:
hahaha Impossível passar por essa situação ileso! Sempre. Sempre tem que ter um tio pra largar alguma e deixar a gente com mais vergonha ainda.
Ahhh se eu pudesse viajar no carnaval. Ahh como eu queria! ;/
beijo
Por
Jô, Às
6 de janeiro de 2009 14:22
Tem sempre q haver um lado positivo!
Otimismo é meu nome...
ei, falando em nome, seu sobrenome é lindo!! rsrs
Por
Caféína, Às
6 de janeiro de 2009 18:22
parentes são fogo... sempre nos fazendo passar por situações constrangedoras.
Por
Paz..., Às
6 de janeiro de 2009 21:14
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